Tuesday, January 31, 2006

A melhor versão de mim...


Poucos dentre meus conhecidos conhecem todas as minhas versões.

Certa de que sou uma pessoa inteligente, me deparo com outras pessoas, com nível de inteligência muito mais elevado do que o meu, talvez até espertas demais, mesquinhas ou mesmo que 'se acham'.
Me envergonho às vezes de ler pouquíssimos livros, de não saber interpretar muito bem as perguntas que me fazem.
Sou muito calada, e não sei me expressar muito bem, quando pedem.

Mas, não é, nem será crime de minha parte 'assassinar' a língua portuguesa às vezes.
Sou humana, gosto de errar e aprender - com meus próprios erros.
Gosto de pesquisar sobre música, nada além disso. Não me interesso (mais uma vez isto por aqui) por política e assuntos afins.
Não sei.
Realmente não sei de nada. Talvez eu saiba demais e não consigo liberar as palavras.
Torço o nariz pra assuntos de igreja. Outra vez falando sobre...

Gosto de ter a mente aberta à todos os assuntos, polêmicos ou não, eu tento, comigo mesma, arrumar uma forma de concretizar um pensamento sobre determinado assunto.
Gosto mesmo é quando querem saber de minha vida.
É! Perguntando mesmo, claro que não qualquer um...
Gostaria muito de ter uma certa amizade mais próxima com meus pais.
Pois os mesmos, certamente, nem sabem da existência de meus blogs e fotologs.

Por motivos óbvios, prefiro 'esconder' isso deles. Talvez assute, eu, uma garota normal sair espalhando minhas fotos por aí. Mas, pela profissão que escolhi, difícil será. Mas, o outro porém é que não serei modelo de fotografia, e sim, a pessoa que 'faz' a foto...

Quero muito mesmo ser feliz com a carreira que escolhi. Quero muito um dia olhar pra trás e ver o tanto de coisa que fiz e deixei de fazer, e tudo isso de cabeça erguida...
Espero ter tempo daqui uns anos pra datilografar tudo isso que estou passando e vou passar...

Talvez só assim ficará registrado meus dias, de uma forma mais moderna, mas nem tampouco tradicional.

Monday, January 30, 2006

Resgatar sonhos... dar vida aos mortos!

Me encontrava sem vida, desesperada por alguma aventura, em vão. Tudo em vão.
Quanto mais procuro, mais acho coisas desnecessárias em mim. Vejo que evolui, estou evoluindo e vou evoluir cada dia a mais, a menos, não importa.
Certo dia, naquele em que eu me encontrava ali, desesperançosa, calada e fria, minha mente só dizia uma coisa: levanta essa maldita bunda daí e vá fazer algo que preste.
Se fiz? Não sei ao certo... Nem me lembro do que fiz, mas se fiz, já foi um começo.

Estou cansada de ser acorrentada por gente morta. Cansada de leis, regras, disciplinas.
Nunca gostei de ser 'santinha', nunca fui, mas às vezes finjo que sou pra fazer um social... Nada além disto.
Não tenho religião, não preciso, nem quero. Pouco me interessa. pouco me acrescentaria.
Detesto política, mas confesso que deveria começar a me 'preocupar' com isso.
Odeio esse mundinho de coisas impostas, odeio pessoas e coisas padrões: ser católico, beber até cair, votar no óbvio, não ter opinião própria, namorar com qualquer um, ouvir música popular, usar roupas normais, ter um corte de cabelo normal, ser magricela, gostar de coisas de menina/menino, ter obrigação de fazer isso ou aquilo só porque convém aos outros interessados (mulher fazendo isso porque é coisa de mulher, homem fazendo aquilo porque é coisa de homem), obedecer os mais velhos só porque são mais velhos, aceitar opinião de mais velhos, dar respeito aos mais velhos, seguir ditados populares, usar guarda-chuva quando quer se molhar, tratar as pessoas bem, todas elas, por aparência, ser gentil e educado com gente grossa e estúpida, tomar remédio atoa por causa de uma tosse nada a ver, ter que agüentar críticas paralelas ao seu certo modo de viver (no caso, se eu gosto de hardcore, eu gosto de hardcore, fica na tua...), dormir só porque tá tarde...

Detesto ser proibida e limitada de tudo o que quero fazer.
Mas também não posso me rebelar e sair por aí com atitudes de uma garota revoltada.
É que dentro de mim vive algo que só eu sei. Eu queria ser livre. Mas não posso ser.
Eu queria ter liberdade. Mas não posso ter.
Eu queria fazer o que sempre quis. Mas sempre me privam disso.
Eu queria me expressar mais com meus pais, mas eles não dão valor.

Eu só queria... que minhas mãos alcançassem o céu, e resgatassem meus sonhos perdidos...

Dava pra eu ter evoluído mais nesses 20 anos de vida. Mas alguém mais velho disse que eu deveria me colocar no meu lugar, e saber que ainda sou 'adolescente'... Mal sabem que eu sou mais adulta que eles...

Sunday, January 29, 2006

Auto-desavenças num domingo chatinho...

Como pude esquecer de uma ferramenta tão importante utilizada tanto em fotografia?! Eu necessitando de algo que 'tirasse fotos por mim' e só agora um estalo na minha cabeça foi dado. Esquisito, como pude deixar passar em branco essa ferramente tão insignificante significativa na vida de um fotógrafo desse jeito?!
Enfim...

Domingos são sempre entediantes. Ligasse a TV e o que vemos é somente bundas flácidas, comentários idiotas, propagandas enganosas de produtos que nem sei se alguém tem coragem de comprar, futebol [considerando a pior parte de um domingo], aquele velho blábláblá de programas de auditório de domingo.
Domingo. Pior dia da semana pra quem trabalha e estuda. Eu, em breve saberei como é isso de fato. 2 anos sem fazer quase que nada de útil, sempre tentando arrumar algo pra fazer e nada de útil me aparecia.

TV... Não é uma boa saída.

Uma coceira nos vãos dos dedos de meus pés vem me perseguindo. Mas como isso é chato!
Engraçado como o 'não ter o que fazer' de um ser humano mexe com os neurônios. Certo dia me peguei tentando achar algum problema pra solucionar, fracasso, não tenho problemas de fato, e sim paranóias idiotas. E muita falta do que fazer.

Eita vidinha...

fiona apple - criminal [acoustic]

Saturday, January 28, 2006

This little piggy...


"This little piggy went to market
This little piggy stayed home
This little piggy had roast beef
And this little piggy had none
This piggy cried wee wee wee
All the way home home home
This piggy cried wee wee wee
All the way home home home
All the way home"

Aposto que muito não gostariam de receber esse apelido esquisito que eu tenho agora. Sim, Piggy agora é meu apelido carinhoso, dado por meu namorado, mais carinhoso ainda. Eu poderia ficar ofendida ou algo parecido, mas achei melhor não. Até porque eu achei fofo esse apelido e resolvi me adaptar à ele. Portanto, fiz este outro blog, até porque já me enjoei do antigo. Devo fazer um layout pra esse em breve, já me desenhei com nariz de porquinha e tudo mais n__n
Aiaiai... hehehe.

Enfim, na cultura oriental, hoje é comemorado o ano novo. Ano do cachorro. Afinal, cachorros são os melhores amigos dos homens, e lá até o enterro dos animaizinhos são feitos de maneira ''humana''.
Feliz ano novo pro povo de olhinho puxado então =D

Hoje comemoro 3 meses de namoro. Isso significa um grande passo em minha vida. Afinal, meu primeiro namoro teve 2 completos meses, o segundo, 3, esse já está no terceiro mês com a bola toda, tudo seguindo certinho, só espero estar bem no quarto mês né?! Hehehehe... Mas tudo indica que sim, porque se der tudo certo, vou pra MG no carnaval pra visitá-lo.

Ando um pouco cabisbaixa. Porém não posso perder minhas esperanças. Espero mesmo que meus pais deixem-me viajar sozinha. Com alguém junto comigo seria chato demais, espero que eles compreendam de uma certa forma. Acho que tenho idade e responsabilidade o suficiente pra andar com minahs próprias pernas, e viver minha vida - da minha maneira.

Então, bem-vindos!

[isso se alguém visitar isso daqui ¬¬]